José Baiano, o temível cangaceiro que possuía a prática de marcar pessoas com ferro que trazia suas iniciais. Na foto ao lado vemos Balbina da Silva, uma de suas vítimas.
Filho do cangaceiro Faustino Mão de Onça, quando ainda era menino José Baiano foi tomado por uma imensa revolta quando sua mãe foi espancada e sofreu um profundo corte no rosto por um soldado volante (força policial especializada contra cangaceiros).
Zé Baiano procedeu sua vingança marcando com ferro a irmã do agressor de sua mãe e, posteriormente, continuou a praticar esse tipo de ato preferencialmente contra mulheres. Fez parte do bando de Lampião e, após a permissão do Capitão, matou também a sua própria esposa, que o traiu com o o também cangaceiro Bem-Te-Vi. Esse foi seu último crime, pois José Baiano foi em seguida esquartejado (em julho de 1936) após uma bebedeira parte de seu bando foi vítima de uma emboscada liderada pelo cangaceiro Antônio de Chiquinho.
Aqui vemos Maria Marques, outra vítima de Zé Baiano.
Nesta foto está o destino final da história de José Baiano: morto e esquartejado.
O ferro feito para marcar animais que Baiano usava contra suas vítimas foi encontrado no local de sua morte, em Poço Redondo, Sergipe.


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